Relatos de um coração mudo.
domingo, 29 de abril de 2012
É engraçado como tudo é extremo no amor, os momentos de paz parece que são sempre perfeitos e que somos felizes ao extremo, amamos ao extremo, queremos ao extremo. Aí, derrepente as brigas e mais uma vez de forma extrema parece que queremos matar um! Dá vontade de jogar tudo pro ar, dar um chute no pé da figura e mandar rasgar. Mas antes mesmo de pensar em agir tudo começa a ficar bem novamente. Mas sinceramente? Viver sem alguém, sem algum amor, seja ele qual for. Não tem a mínima graça! I like, I like!
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Conflitos entre meu eu.
E quando tudo isso passar eu sei que ficarei bem, sei que aprenderei com cada queda e que superarei cada machucado, consequência de minha ingenuidade.
Quando se sente uma dor que vem de dentro e o choro parece não calar você para, olha ao redor e nada é bom, nada mais é a mesma coisa.
Por que nem mesmo o meu sorriso me engana mais, por que nada mais é a mesma coisa nem o mesmo cheiro.
Hoje até minhas palavras soam como mentira, por que eu as disse e não tenho certeza se as cumprirei.
Hoje eu sinto que vou ficando cada hora mais louca, por que tudo em mim grita. E você bem sabe que um pequeno grito me enlouquece.
Eu não sei como vai ser daqui pra frente, ou quanto eu aguentarei todas essas coisas, todas essas minhas coisas que não tem nada haver com você.
E todos os meus defeitos se é que posso chama-los assim, quero que sumam e que não voltem, não voltem.
Quando se sente uma dor que vem de dentro e o choro parece não calar você para, olha ao redor e nada é bom, nada mais é a mesma coisa.
Por que nem mesmo o meu sorriso me engana mais, por que nada mais é a mesma coisa nem o mesmo cheiro.
Hoje até minhas palavras soam como mentira, por que eu as disse e não tenho certeza se as cumprirei.
Hoje eu sinto que vou ficando cada hora mais louca, por que tudo em mim grita. E você bem sabe que um pequeno grito me enlouquece.
Eu não sei como vai ser daqui pra frente, ou quanto eu aguentarei todas essas coisas, todas essas minhas coisas que não tem nada haver com você.
E todos os meus defeitos se é que posso chama-los assim, quero que sumam e que não voltem, não voltem.
domingo, 25 de setembro de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
É difícil me iludir, porque não costumo esperar muito de ninguém. Odeio dois beijinhos, aperto de mão, tumulto, calor, gente burra e quem não sabe mentir direito. Não puxo saco de ninguém, detesto que puxem meu saco também. Não faço amizades por conveniência, não sei rir se não estou achando graça, não atendo o telefone se não estou com vontade de conversar. C.F Abreu.
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